O projeto “Arte em arte, história em história” a ser realizado na cidade de Muqui – Espírito Santo é uma iniciativa cultural e audiovisual. O projeto prevê a elaboração, planejamento e execução de três peças audiovisuais. Cada peça possuiria um formato, uma história e um pano de fundo diferente. Os 3 vídeos produzidos fariam parte de uma galeria. Na verdade seriam peças audiovisuais isoladas, mas ligadas entre si num mesmo projeto e com o mesmo objetivo.
O projeto surge como objeto para resgatar as paisagens históricas da cidade. As histórias retratadas nos vídeos seriam ficcionais, mas retratadas num cenário que já fora palco de histórias reais. O 1º vídeo produzido seria um longa-metragem, o 2º um média-metragem e o 3º um curta-metragem. Dentre os diversos casarões e palacetes existentes na cidade, três construções serão a âncora para a retratação das histórias que podem ser contemporâneas ou de época.
Muitas pessoas na atualidade moram em casas antigas. Aliás, muitas novelas, seriados e filmes utilizam representações de casas antigas para caracterizar seus personagens e seus respectivos locais de moradia. Portanto, não se trata apenas da produção de obras de época, mas também de vídeos com histórias contemporâneas perpassadas nessas construções antigas.
O projeto já se iniciou em 2008, mas ainda está em fase de produção. O projeto iniciou-se com a produção do primeiro vídeo da série: o longa-metragem A Herança. A construção antiga utilizada para ser o cenário da história foi o “Palacete Rambalducci” localizado num dos bairros de Muqui. A história ficcional de A Herança se passa nos anos 40, por isso é considerada uma história de época. O “Palacete Rambalducci” foi escolhido por transmitir uma aparência de mansão mal-assombrada e têm tudo a ver com a história do filme. A escolha do palacete e a produção desse filme também busca criticar o descaso político com algumas construções antigas que necessitam ser restauradas. O filme a Herança ainda não está finalizado.
O 2º vídeo da série (um média-metragem) se passaria num belíssimo casarão restaurado no centro da cidade. A casa antiga vai abrigar a história de Sílvia, protagonista do media-metragem “Quem vai para o céu?”. O média-metragem se passa na atualidade e trás a divertida história de uma terapeuta em crise.
O 3º vídeo a ser produzido (um curta-metragem) teria como pano de fundo a casa Américo Maia. O curta retrataria a vida de um antigo escritor que, solitário, passa a buscar novas formas de viver, sempre feliz, fazendo aquilo que gosta.
Ao final de toda a produção, os três vídeos (ou três histórias) serão exibidas numa Tenda Alternativa de Cinema na segunda edição do CARNA-CURTA, no carnaval folclórico de Muqui. A tenda é construída no meio da praça municipal da cidade e exibe variados filmes de produções locais.
O projeto se objetiva em colocar uma arte, audiovisual, cinematográfica, em outra arte, a arquitetura e o arranjo histórico da cidade, sempre fazendo prevalecer as representações históricas presentes nos casarões e construções de Muqui. Logo, também visa inserir histórias, inventadas, ficcionais, em embientes que já foram história. Daí o nome do projeto: “Arte em arte, história em história”. A própria exibição dos vídeos em praça pública, já insere o evento numa grande ordem histórica. Já está fazendo história numa praça que também foi palco de variadas histórias.
O interessante do projeto é notar o que a união de pessoas simples com uma câmera igualmente simples andando pelas ruas da cidade com pessoas vestidas em personagens ficcionais pode causar. Filmes que dão vida ao cenário histórico do cotidiano muquiense, já conhecido pelos habitantes, trazendo histórias e personagens novos, desconhecidos pela população. Brincar com o real e o fictício, a arte e a história, a arquitetura e o audiovisual. Essa é uma das várias propostas do projeto.
O projeto surge como objeto para resgatar as paisagens históricas da cidade. As histórias retratadas nos vídeos seriam ficcionais, mas retratadas num cenário que já fora palco de histórias reais. O 1º vídeo produzido seria um longa-metragem, o 2º um média-metragem e o 3º um curta-metragem. Dentre os diversos casarões e palacetes existentes na cidade, três construções serão a âncora para a retratação das histórias que podem ser contemporâneas ou de época.
Muitas pessoas na atualidade moram em casas antigas. Aliás, muitas novelas, seriados e filmes utilizam representações de casas antigas para caracterizar seus personagens e seus respectivos locais de moradia. Portanto, não se trata apenas da produção de obras de época, mas também de vídeos com histórias contemporâneas perpassadas nessas construções antigas.
O projeto já se iniciou em 2008, mas ainda está em fase de produção. O projeto iniciou-se com a produção do primeiro vídeo da série: o longa-metragem A Herança. A construção antiga utilizada para ser o cenário da história foi o “Palacete Rambalducci” localizado num dos bairros de Muqui. A história ficcional de A Herança se passa nos anos 40, por isso é considerada uma história de época. O “Palacete Rambalducci” foi escolhido por transmitir uma aparência de mansão mal-assombrada e têm tudo a ver com a história do filme. A escolha do palacete e a produção desse filme também busca criticar o descaso político com algumas construções antigas que necessitam ser restauradas. O filme a Herança ainda não está finalizado.
O 2º vídeo da série (um média-metragem) se passaria num belíssimo casarão restaurado no centro da cidade. A casa antiga vai abrigar a história de Sílvia, protagonista do media-metragem “Quem vai para o céu?”. O média-metragem se passa na atualidade e trás a divertida história de uma terapeuta em crise.
O 3º vídeo a ser produzido (um curta-metragem) teria como pano de fundo a casa Américo Maia. O curta retrataria a vida de um antigo escritor que, solitário, passa a buscar novas formas de viver, sempre feliz, fazendo aquilo que gosta.
Ao final de toda a produção, os três vídeos (ou três histórias) serão exibidas numa Tenda Alternativa de Cinema na segunda edição do CARNA-CURTA, no carnaval folclórico de Muqui. A tenda é construída no meio da praça municipal da cidade e exibe variados filmes de produções locais.
O projeto se objetiva em colocar uma arte, audiovisual, cinematográfica, em outra arte, a arquitetura e o arranjo histórico da cidade, sempre fazendo prevalecer as representações históricas presentes nos casarões e construções de Muqui. Logo, também visa inserir histórias, inventadas, ficcionais, em embientes que já foram história. Daí o nome do projeto: “Arte em arte, história em história”. A própria exibição dos vídeos em praça pública, já insere o evento numa grande ordem histórica. Já está fazendo história numa praça que também foi palco de variadas histórias.
O interessante do projeto é notar o que a união de pessoas simples com uma câmera igualmente simples andando pelas ruas da cidade com pessoas vestidas em personagens ficcionais pode causar. Filmes que dão vida ao cenário histórico do cotidiano muquiense, já conhecido pelos habitantes, trazendo histórias e personagens novos, desconhecidos pela população. Brincar com o real e o fictício, a arte e a história, a arquitetura e o audiovisual. Essa é uma das várias propostas do projeto.
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